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AUGUSTINHO BRANDÃO NA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA.


A aluna Maria Isadora, 6º ano, ganhou medalha de prata na Olimpíada de Língua Portuguesa e está entre os 38 alunos do Brasil, concorrendo ao ouro. A cerimônia de divulgação e premiação do resultado final será em dezembro, em Brasília. 
Parabéns a aluna e a professora Socorro Almeida.
Foram três dias de atividades com palestras, oficinas de criação de textos, passeios e encontros entre gente de todo o Brasil. A primeira semifinal da Olimpíada, da categoria Poema, chega ao fim em Belo Horizonte com a escolha dos textos que seguem para a última etapa do programa em Brasília.

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OFICINAS DE CINEMA TELA BRASIL

Mesmo envolvidos com os estudos e com os preparativos para o enem, os alunos da Escola Estadual Augustinho Brandão, em Cocal dos Alves (PI) se entusiasmaram com as oficinas do Instituto Buriti e receberam o segundo módulo das atividades.
De acordo com a diretora da Escola, apesar de corrido, por conta dos estudos, os alunos se engajaram com o universo do cinema. “Eles gostaram muito e passaram a assistir mais filmes. Toda vez que tinham uma hora vaga assistiam alguma coisa”, conta.

As oficinas do Instituto Buriti foram importantes também para ensinar técnicas de produção e gravação de vídeos aos professores e alunos. A diretora conta que com as atividades realizadas pela equipe, os alunos aprenderam muito e que isso vai ser muito importante no final do ano letivo, quando os alunos produzem várias apresentações – como teatro, dança, filme – para a confraternização de final de ano com a comunidade. “Estávamos quase abolindo a parte de audiovisual, porque havia uma limitação técnica mesmo. Com as oficinas aprendemos muitas técnicas, aprendemos sobre montagem, como deixar o áudio ficar melhor. Vai nos ajudar bastante para o fim do ano”, afirma, empolgada.
Durante o primeiro semestre, professores e alunos participaram de três dias de palestras na instituição de ensino, recebendo orientações com conceitos básicos de produção (roteiro, câmera, edição, entre outros). Em seguida se dividiram em grupos para a criação de curtas-metragens ao longo do ano, para exibição no encerramento, em sessão aberta a comunidade.Veja dois curtas produzidos.



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Desfile de 7 de Setembro na Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão.



Foi realizado no dia 08 de setembro o desfile tradicional da independência do Brasil, pelos estudantes da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão, sob a organização de toda a equipe de funcionários professores e alunos.O tema do desfile foi a própria escola. Cada pelotão trazia como destaque uma das atividades realizadas. Por exemplo, havia pelotão das olimpíadas, do futsal, do Abac, do grupo de flautas, etc
Os pelotões partiram da Rua Luiza Machado Almeida, passando pelo centro da cidade com parada na Igreja Matriz, Onde foi cantado o Hino Nacional pelos alunos  e funcionários, com acompanhamento da Banda da Escola, finalizando em frente ao Poliesportivo na Rua Raimundo Vieira Passos .
O destaque do desfile foi a banda da escola, que conduziu com maestria e afinação todo desfile. A banda é formada por alunos que tem como instrutor o professor Josué Carvalho. Esses alunos alem dos instrumentos necessários para a marcha tocam também, flauta, trompete, bateria, violão, teclado, saxofone.

Foi um evento que abrilhantou a tarde do dia 08 de setembro de 2014 na pequena cidade de Cocal dos Alves Piauí. Abaixo as fotos do evento:





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Cerimônia de homenagem aos dez anos da escola na OBMEP

Em 2014 a Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão homenageia os alunos que no decorrer de dez anos de existência da Olimpíada Brasileira das Escolas Públicas,OBMEP conseguiram ser premiados na competição.
Realizou-se uma cerimônia em que estiveram presentes os ex-alunos da escola, os professores mestres e doutores em Matemática da Universidade Federal do Piauí, bem como alunos e professores da escola. O intuito da cerimônia era reunir e parabenizar esses alunos que fizeram e fazem o sucesso da escola na competição.


A cerimônia iniciou com a execução do Hino Nacional e do Piauí pelo grupo de flauta da escola, em seguida a diretora da escola e o professor de matemática, responsável pela OBMEP, fizeram discurso, foram feitas ainda apresentação de um coral acompanhado da banda da escola, na oportunidade tambem foi apresentado uma dança. Seguiu-se com mais discursos e ao final do evento os alunos premiados ao longo dos dez anos foram presenteados pela escola. 
O evento encerrou com um delicioso almoço para mais de 300 pessoas.



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Alunos da Escola Augustinho Brandão participam da premiação nacional da OBMEP

Os alunos da escola Augustinho Brandão, Francimar de Brito Vieira, José Márcio Machado de Brito e Eduarda Vieira Cardoso participaram em 07 de maio de 2014, quarta feira, da premiação nacional da Olimpíada Brasileira de Matemática, no Rio de Janeiro. Os três alunos receberam medalhas de ouro das mãos da presidenta do Brasil Dilma Rousseff.
No dia 7 de maio, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, foi realizada a Cerimônia Nacional de Premiação da 9ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, para a entrega de medalhas de ouro a estudantes do 6º ao 9º do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio que ficaram entre os 500 melhores colocados em uma competição que envolveu 18,7 milhões de alunos de mais de 47 mil escolas (localizadas em 99,35% dos municípios brasileiros). Os premiados vieram de centenas de cidades de todas as regiões do país, e os estados sem medalhas de ouro foram representados por alunos ganhadores de medalhas de prata e bronze.

Cerca de 1.500 pessoas – dentre alunos, familiares, professores e diretores de escolas - prestigiaram o evento, que contou com a presença da Presidente da República Dilma Rousseff; do Governador do Estado do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão; do Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro Eduardo Paes; do Ministro da Educação Henrique Paim; do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Clélio Campolina Diniz; do diretor-geral do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) Professor César Camacho; do diretor-adjunto do IMPA e coordenador geral da OBMEP Professor Claudio Landim; além de outras autoridades dos governos federal, estadual e municipal, e do meio acadêmico. 
Em seu discurso, o professor César Camacho, diretor-geral do IMPA, afirmou que não é somente o talento especial para a matemática que está por trás do excelente desempenho dos alunos presentes à cerimônia. “Também é, em muitos casos, o esforço da escola bem organizada e dos seus professores bem motivados, que preparam seus alunos para a competição, seguindo receitas simples”, disse. Ele destacou o caso de duas escolas mineiras: a Escola Estadual Therezinha Pereira, de Dores do Turvo, cidade com 4,6 mil habitantes, que ganhou, em 2013, 14 medalhas, sendo quatro de ouro, três de prata e sete de bronze; e a Escola Estadual João Ribeiro de Carvalho, de Conceição dos Ouros, cidade com 10 mil habitantes, que ganhou 16 medalhas na OBMEP 2013, sendo quatro de ouro, uma de prata e 11 de bronze.
Ao final do seu discurso, o professor Camacho fez uma menção especial a dois medalhistas de ouro: Joaquim Victor Miranda Dias, de Cachoeira de Pajéu, e Vanderlúcio de Jesus Ferreira, de Itamarandiba, duas cidades do Vale do Jequitinhonha, região com mais baixo IDH do Estado de Minas Gerais. E completou: “em nome deles, congratulo a todos vocês (medalhistas de ouro da 9ª OBMEP), seus professores, suas escolas e seus familiares, pela extraordinária vitória que os trouxe aqui”.
Já a Presidente Dilma Roussef começou o seu discurso saudando todos os premiados e reconhecendo a grande importância dos professores e pais dos alunos para o sucesso deles. “Gosto muito de participar dessa festa, que tem um significado especial para as famílias dos estudantes e para todos nós. O Brasil tem um grande orgulho desses medalhistas. A educação constitui o caminho para o crescimento e desenvolvimento do nosso país”, disse.
Depois de citar, como exemplos de sucesso, os casos dos alunos Luíze D´Urso, do Rio de Janeiro (RJ); Dávila de Carvalho, de Dores do Turvo (MG); e Erick Trindade, de Ananindeua (PA), a Presidenta anunciou que os alunos medalhistas de ouro na OBMEP serão “pontuados diferenciadamente” no processo de seleção do Programa Ciência sem Fronteiras. Outro ponto anunciado pela Presidenta foi a expansão do IMPA. “O IMPA é uma instituição de excelência que merece ter suas instalações ampliadas, com qualidade. Com isso, vamos dar condições para que os medalhistas tenham cada vez mais acesso não só às bolsas de iniciação científica, mas também aos cursos de Mestrado e Doutorado do Instituto”.
Os alunos chegaram ao longo do dia 6 de maio com suas delegações. Após o jantar a coordenadora da OBMEP, Mônica Souza,  deu as “Boas Vindas” a todos, encerrando a noite com a apresentação do Bloco d’O Passo – “A Música da Matemática”. No dia 7 de maio, antes da cerimônia, o Prof. Emanuel Carneiro, pesquisador do IMPA, ministrou a palestra "O que faz um matemático?". Após a cerimônia, os alunos voltaram para o hotel e participaram de um jantar de confraternização, onde foram sorteados brindes. No dia seguinte, todos retornaram para os seus estados com as medalhas de ouro recebidas com muito orgulho.


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A escola Augustinho Brandão, escola pública de Cocal dos Alves no Piauí tem alunos motivados e ótimos resultados.

Série mostrou escolas públicas que funcionam bem pelo país.
Fantástico mostrou exemplos opostos aos encontrados pelo repórter Eduardo Faustini que demonstram o retrato do abandono do ensino público no Brasil.
Na série ‘Educação.doc’, você conheceu escolas públicas de regiões muito pobres e com pouquíssimos recursos, mas que funcionam muito bem.
Professores lutam contra a falta de estrutura e alunos alcançam um ótimo desempenho, apesar de toda dificuldade. 

No Brasil, temos 40 milhões de alunos. Ou seja, um quinto da população está na escola. Somos a sexta maior economia do mundo, mas na educação, estamos em 88º lugar. Os professores ganham mal e os alunos não gostam das aulas. Por que tem que ser assim?

“A gente tem no Brasil uma tendência de arrumar culpado. E quando você vai no fundo, cadê o culpado? O culpado morreu há 30 anos e você está oprimido por aquele culpado. A gente tem que tomar conta do Brasil”, afirma Viviane Mosé, filósofa.

Algumas escolas já começaram a tomar conta do Brasil. O Fantástico pesquisou e encontrou escolas públicas em áreas pobres que possuem uma educação com qualidade de primeiro mundo, com médias melhores que as de escolas particulares e aprovando a maioria dos alunos no vestibular.


“Nós chegamos a ter instantes dentro dessa escola que tínhamos que expulsar os alunos, no bom sentido. Aqui parecia que era o melhor lugar. O menino estudava de manhã, mas ele queria ficar à tarde, queria ficar à noite, queria passar a madrugada estudando, porque aqui ele se sentia bem”, conta Narjara Benício, diretora regional.

A equipe do Fantástico viajou 12 mil quilômetros pelo Brasil, visitou escolas, conversou com pais, alunos, professores, especialistas na área de educação e com pessoas que vieram de escolas públicas.

Na série Educação.doc , viaje com o Fantástico e descubra o segredo dessas escolas públicas de alta qualidade.

O primeiro destino é Cocal dos Alves, no Piauí, uma pequena cidade, de economia rural, em um dos estados mais pobres do Brasil. Lá, a escola Augustinho Brandão já acumula dezenas de medalhas em Olimpíadas de Matemática e Química, e prêmios nacionais de astronáutica, astronomia e física. No Enem, está acima da média nacional.

“Em 2010, a escola aprovou todos os alunos que fizeram o vestibular. Todos”, destaca Aurilene Vieira, diretora.

“Se o pessoal se conscientizasse que a educação pode transformar, ia acontecer uma grande diferenciação. E foi o que aconteceu nesse colégio. Conscientizar tanto alunos quanto professores”, diz Franciele de Brito, aluna.

“Eu ouvi a vida toda que a educação pública é uma educação de péssima qualidade. Cresci ouvindo isso. E eu faço de tudo para mudar essa realidade. Eu acredito na escola pública. Não é possível que não dê certo em um país tão lindo, tão cheio de diversidades culturais, tão rico, não tem por que a educação não dar certo”, afirma Socorro Vieira, professora.

A mudança em Cocal dos Alves começou em 2003, quando a diretora Narjara e um grupo de professores receberam a missão de abrir a primeira escola de ensino médio da cidade.

“Aqui, nesse início de trabalho, vivenciamos as situações mais adversas que o público possa imaginar, de falta de tudo. Mesmo assim o trabalho aconteceu. Quando aconteceu, os apoios, aquilo que já era para estar sendo fomentado naturalmente, aconteceram”, revela Narjara Benício, diretora regional.

Para abrir a escola era necessário que os professores fizessem uma especialização na universidade. E isso foi feito.

“Na tentativa de ingressar os professores na universidade, tivemos nossos primeiros embates políticos. Aconteceu que no primeiro ano, nos esforçamos bastante para que todas as pessoas que ingressassem por Cocal dos Alves, para estar no ensino superior, fossem de Cocal dos Alves. E para isso, eu tive que fazer uma loucura. Porque aí tem: ‘Ah, queria beneficiar o fulano da cidade vizinha, porque é meu parente ou meu colega’. E eu tive meu primeiro embate. Disse: ‘Olha, eu não permito isso’. Se são os recursos de Cocal dos Alves que estão sendo usados, é para beneficiar o pessoal de Cocal dos Alves. E para isso tive que esconder papel timbrado, para não darem nenhuma declaração para as pessoas que não eram de Cocal dos Alves. Queriam fazer uma ‘farrinha’ com as declarações para aproveitar as vagas. Aí, foi minha primeira briga”, lembra a diretora.

Depois que ela conseguiu enfrentar o sistema e formar um grupo de professores de Cocal dos Alves, eles se reuniram e fizeram um pacto para tentar fazer uma escola de qualidade que conseguisse colocar os alunos nas melhores faculdades da capital do estado, Teresina.

“Nosso maior desafio foi fazer os alunos acreditarem nisso. Alunos filhos de pais analfabetos, da roça, que só tinham o que comer, que só dava para o sustento, a roupinha ruim. Então para fazer esses meninos viajarem nesse sonho, de que era possível sem ter dinheiro, sem ter uma roupa boa, ir lá para Teresina, para a capital, estudar lá. Foi necessário o sonho. Acreditar no sonho. Quando a gente conseguiu fazer esse povo acreditar mesmo que era possível estudar fora, se formar e mudar de vida, pronto. O aluno entra na escola Augustinho Brandão e já começa a sonhar: ‘o que eu vou querer ser?’”, afirmou Aurilene Vieira, diretora.

“Eu não vejo uma missão maior para a escola do que compartilhar esse conhecimento para que a pessoa consiga encontrar o lugar dela no mundo. Então, a escola, sim, é a grande mola propulsora que empurra as pessoas para a direção do sonho delas”, destaca Emicida, músico que estudou em escola pública.

Os alunos criaram um jornal que é distribuído por toda a cidade.

“Nós percebemos a necessidade de trazer a notícia para o povo”, diz uma das estudantes que criam o ‘Jornal Social’.

“Não tem nenhum intelectual que pode sentar, por mais genial que seja, e dizer: ‘eu sei a saída para a educação brasileira’. Porque não tem uma saída. São muitas. É assim que eu faço o diagnóstico, não só da educação, mas da sociedade. Tudo está no chão. Algumas coisas muito interessantes começam a brotar de modo novo, corajoso”, afirma Viviane Mosé.

“A escola tem recebido caravanas e caravanas com estudantes e estudiosos da educação para saber o que acontece aqui. Eu digo: ‘não precisa não’. Basta que cada um faça o seu papel e faça isso com engajamento. Seja professor que você quer ser professor e não porque lhe falta opção na vida. Seja gestor porque você quer conduzir aquela escola proporcionando o melhor para o aluno, e não porque você quer fugir de uma sala de aula. Seja sistema porque você tem ideias para contribuir e quebrar os paradigmas que forem necessários.

Então a partir do momento que cada um de nós enquanto sistema, enquanto professores, enquanto pai de aluno focarmos no principal do processo que é o aluno, isso pensando nele enquanto profissional, ser humano, criança, adolescente, respeitando suas peculiaridades, sua faixa etária. Nós pensarmos nisso com valores e não nos moldes que está se perpetuando: ‘cada um por si e deus por todos’”, ressalta Narjara Benício.

“Quando o pessoal cair na real e perceber que não tem outra forma de se ter um futuro melhor sem ser pela educação, aí vai acontecer a grande diferença, a grande melhoria”, destaca Franciele de Brito, aluna.


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ABAC

Em março de 2014, a arrecadação do ABAC 2013 foi entregue para um senhor e uma senhora, conforme propósito do projeto de agraciar pessoas da cidade que estivessem fazendo tratamento de saúde.
Na oportunidade alunos e professores estavam presentes para fazer a entrega.

O projeto, ABAC para 2014 já está sendo planejado e mais uma vez trará muita informação e prestação de serviços, bem como desenvolverá entre os alunos o censo de solidariedade além de promover debates e desenvolver os alunos, no campo da arte e da cultura.

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EMAB ESTÁ COM MATRICULAS ABERTAS

O ENSINO MÉDIO AUGUSTINHO BRANDÃO ESTA COM AS MATRICULAS ABERTAS PARA TURMAS DE ENSINO FUNDAMENTAL, 6º AO 9º ANO E ENSINO MÉDIO NO PERÍODO DE 06 A 10 DE JANEIRO.


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Ampliação do Ensino Médio Augustinho Brandão

Para dar mais suporte aos trabalhos pedagógicos, o Governo do Estado através da Seduc, está investindo na melhoria da estrutura do centro de Ensino Augustinho Brandão. As obras do refeitório e biblioteca já foram iniciadas.


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ESCOLA AUGUSTINHO BRANDÃO É DESTAQUE NACIONAL EM DOCUMENTÁRIO

Mais uma vez a Unidade Escolar Augustinho Brandão de Cocal dos Alves se destaca nacionalmente. A escola, que é modelo de ensino para todo o Brasil, recebeu nesta terça-feira (17) uma equipe de profissionais da Buriti Filmes que está realizando um documentário sobre revelações na educação do país.

"O documentário pretende revelar as escolas que são modelos de educação no Brasil. Não vamos poder estar em todas, mas a Augustinho Brandão, sem dúvidas, é uma das que merecem grande destaque", disse Flávia Tonalegi, diretora de produção do documentário Educação.doc, que está previsto para estrear em janeiro de 2014. Além de Flávia, fazem parte da equipe o diretor Luís Bolognesi, o diretor de fotografia Carlos Baliú, Márcio Koga, assistente de câmera e o técnico de som Guilherme Ayrosa. A Buriti Filmes é uma produtora de audiovisual e já produziu vários documentários premiados e longas-metragens realizados e mantém os projetos Tela Brasil, que ajudam a informar e formar o futuro do cinema nacional.
Ver reportagem completa em:


http://www.seduc.pi.gov.br/noticia.php?id=1481

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